A Tristeza de Alastor
Nos primeiros anos da terra de Dione, onde a magia antiga era crepúsculo e sombria, Alastor, o ousado, emergiu do silêncio, seguindo Lúcifer e uma fera de voz desconhecida.
Artes indizíveis, palavras demoníacas sagradas, emergiram da vontade ardente. A primeira igreja foi construída sobre uma rocha imortal, mas a inveja dos mortais e dos deuses obscureceu sua vida.
O mundo inteiro ardia de medo, a Igreja estava sepultada, as palavras estavam espalhadas. Entretanto, a centelha do Caos permanece nos corações, e o destino abriu caminho para Alastor.
Alastor, o nome e a maldição, sangue em suas veias, a última voz de um velho demônio, não chega ao fim, mas renasce.
Sem se curvar às Novas Igrejas, aqueles da linhagem de Alastor retornam. Eles trazem o Cosmos e o Caos ao equilíbrio, e a luz da magia antiga surge.
"O nome Alastor não é nem honra nem blasfêmia. Dever e fardo, dom e vínculo, como Dione não fez”